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Resenha

Transfiguração artística de identidades fragmentadas e desterritorializadas em Maíra de Darcy Ribeiro
Aletheia Machado

Maíra, publicado em 1976, é a ficcionalização de anos de trabalho de campo do antropólogo Darcy Ribeiro, em que suas interpretações etnográficas, colhidas ao longo de sua carreira, deram origem a uma espécie de transfiguração ficcional do indígena brasileiro. Na narrativa, em que o autor expõe as contradições que nascem do encontro e do embate entre dois mundos distintos, delineiam-se os contornos de identidades fragmentadas e desterritorializadas, fruto da retroalimentação entre pulverização e fusão cultural. As angústias daí advindas personificam-se e polemizam-se em Isaías (ou Avá, seu nome indígena) e Alma. Esta – uma carioca atormentada e perdida que tenta trilhar o caminho de missionária entre os índios – está em busca de redenção pessoal e do apaziguamento de seus conflitos internos; aquele – um indígena que foi levado de sua tribo, por missionários, em tenra idade, para estudar em Roma e se fazer sacerdote, como símbolo do processo de catequização imposto – é um indivíduo cioso de seus costumes, mas apegado a rezas católicas que pronuncia mecanicamente; deslocado entre dois mundos, atormentado por um sentimento de não pertencimento.

No livro, Darcy Ribeiro promove a associação entre conhecimentos etnográficos da vida primitiva dos indígenas brasileiros, para criar um mundo à parte, misturando mitos, lendas e contos dos povos que estudou ao longo da vida, fazendo emergir em Maíra uma mitologia – e um povo, o mairum – que, por um lado, é referência para rituais e códigos de conduta no universo ficcional inventado; e que, por outro, não guarda qualquer relação com a religiosidade cheia de culpa e castração, imposta pela Igreja católica, aos indígenas catequizados. O contraste, o choque e a sobreposição entre os dois mundos, em que Isaías transita, são tão fortes que ele enfrenta dificuldades e um embotamento atroz na tentativa de juntar os fragmentos de sua identidade estilhaçada. Curiosamente, a estrutura do livro é a de uma missa católica – Antífona, Homilia, Canon, Corpus – que pretende narrar, partindo da angústia de não pertencimento de Isaías, o desaparecimento de Deus – chamado Maíra, entre os membros da tribo.

 Durante os três exílios políticos, vividos por Darcy Ribeiro durante a ditadura militar brasileira, o autor resgata de sua memória episódios, conversas, observações que, de fato, vivenciou na Amazônia, junto a diversos povos silvícolas, como um jovem antropólogo, muitos anos antes da elaboração de Maíra. Aliás, na introdução da edição comemorativa dos 20 anos de publicação do livro (foto abaixo), Darcy relata, na introdução, como escreveu, perdeu os manuscritos e reescreveu o livro três vezes. Em Maíra, há muitas vozes narrativas, cada qual se pronunciando a partir de um ângulo distinto, que, em última instância, corresponde a três domínios ficcionais, internamente muito variados, que se interpenetram no texto: o do índio, o do branco (e do mestiço inferiorizado) e o dos seres sobrenaturais. O enredo está eivado de cosmogonia – uma mistura das mitologias de diversos povos indígenas – que, por sua vez, contrasta-se com a visão cristã da colonização e com a instituição da mestiçagem como uma representação autêntica e inclusiva nacional. Darcy quase não assume a voz do narrador que, ao invés disso, é múltipla e também uma criação que nasce no momento específico da fabulação. No capítulo atípico, intitulado “Egosum”, Darcy (2014, p. 163-164), como se estivesse devaneando, apropria-se uma única vez o lugar de narrador:

“Não pode ser lembrança. Nunca estive lá. Jamais. Ninguém esteve. Entretanto me lembro bem. Vejo dentro de  mim, recordo com toda precisão, aquele deserto gelado e o vento furioso estremecendo a estação espacial. (...) Anos meus desaflitos aqueles. Desinsofridos, desinfelizes, em que eu era igualzinho a mim e me sabia. Hoje, quem sabe de mim? (...) Antes disso, muito antes, andei vestido em outros couros, ocupado em outros trabalhos. Uns inenarráveis, como a viagem dentro da caçarola sideral em que naveguei entre estrelas com Oscar e Heron. Ali, na escuridão do fundo da panela plana e imensa, de ferro fundido, caçávamos e éramos caçados. Procurávamos os homens sem coração para sangrá-los, mas com muito medo deles, que nos podiam sangrar também. E com muito cuidado para não ferir os homens com coração. Nosso pavor maior, entretanto, era a esfera da memória que voava sobre nossas cabeças, dizia Oscar. Precisávamos saber onde estava para não a ver. Quem a olha apaga na mente toda lembrança. Outros casos muitos, sei, mais narráveis. Ou seriam, se valessem a pena. Uns e outros tão verossímeis, agora, como toda matéria de memória. Nisso se confundem. (...) Mas nada disso vem ao caso. O importante aqui, agora, é lembrar como cheguei a ver o Avá que era bororo e se chamava Tiago. Assim o conheci. (...)”


Indica, nesse trecho, de que lugar de sua memória está puxando o fio condutor de sua narrativa que se constitui numa articulação equilibrada entre três esferas – literatura, história e memória – e resulta num olhar aguçado sobre a realidade nacional, a ocupação excludente do território e a implementação de um projeto de cidadania inconclusa (In SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa M., 2018, p. 13 a 20), para o qual Darcy aponta inúmeros desdobramentos e contradições, ainda que de forma ficcional. Assim, o autor romanceia a história de Tiago Kegum Apoboreu – índio bororo catequisado por salesianos, como indicado no extrato transcrito acima – para contar a história de retorno de Isaías ao Iparanã, na região amazônica do Mato Grosso. Há uma coincidência temporal entre a criação literária e a mudança da capital do país para Brasília – processo do qual o autor participou como artificie político. “Isaías fala, então, de seu espanto diante dessa cidade nova, construída com tanta pressa. Essa gente moderna parece romana. Tudo aqui para mim é estranho, mais do que Roma. Veja bem, saí da aldeia, ainda menino, para a Missão. A mocidade passei fechado no seminário de Goiás velho: sem família, sem amigos, vivendo do convívio com padres e freiras. Em Roma, por anos e anos, vivi no mesmo isolamento. Hoje, de volta, vejo, assustado, esse mundo novo, enorme, cheio de gente, cá de fora. Que espécie de país estarão fazendo?” (p. 103). À cidade, Darcy dedica o capítulo de onde se extrai essa passagem. Isaías e Alma se conhecem num hotel, identificam a Missão de Nossa Senhora do Ó, em Naruai, como destino inicial e comum para os dois. Perambulando pela ruas monumentais e desertas da Brasília dos anos 1970, travam uma conversa de muitos questionamentos filosóficos pessoais que remetem à construção do país e da identidade nacional. Se, nessa ficção inventada por Darcy, Isaías é a transfiguração do Avá; Brasília, por sua vez, é a transfiguração do povo mairum e de seus mitos de criação. “Brasília me devolve aos mairuns, aos nossos mitos de criação. Eles situam aqui o que há de mais sinistro. Brasília é o mundo mairum que se transfigura. O pior do nosso mundo aqui se converte. Floresce? Esta região das nascentes do Iparanã para nós é uma espécie de inferno, é a boca do mundo subterrâneo: a morada de Mairahú. Aqui só viveriam enormes cachorros negros de bocarras gigantescas: os guardiães da morada de Maíra-Monan, meu Deus-Pai, ingênuo, feroz, caprichoso. Assusta pensar que justamente a morada de Maíra-Monan é agora, o umbigo do Brasil.”

A gênese do mundo mairum e essa transfiguração artística, empreendida por Darcy Ribeiro, são centrais para se compreender a representação identitária do indígena e do branco, bem como os conflitos resultantes do encontro retratado entre os dois mundos. Trata-se de um processo ideológico, em que essa representação tem função social e política na obra. Como apontado, a transfiguração é uma mediação mnemônica e estética, proposta pelo autor, que motiva reflexão acerca da história do país, das causas do subdesenvolvimento e da dizimação dos povos indígenas. Assim, inicia-se o capítulo “Maíra” (p. 117-121) que trata daquela gênese e dos mitos fundacionais mairuns:

“Um dia o Velho Ambir quis sentir suas criações. Arrotou e lançou o arroto no mundo para ser seu filho. O arroto girou vagaroso pelos ares, navegando no escuro e olhando as coisinhas mais quentes que pulsavam, vivas, lá embaixo. Viu, então, no meio da penumbra, uns seres maiores que se destacavam, imponentes. Eram árvores esparsas. Desceu numa delas, entrou bem no cerne. Dali de dentro começou a provar o sentir-se árvore. (...) Muito tempo esteve Maíra gozando naquele ser esgalhado, folhento, o sentimento de ser árvore. Gostou. (...) Maíra era, agora, a selva selvagem, cobrindo tudo de árvores sem conta. Através delas sentia as terras de diferentes gostos, os frios das águas subterrâneas, o canto dos rios, a paz das lagoas, mas sobretudo os ares e seus ventos farfalhantes. Por tempos e tempos Maíra verdejou, sentindo o mundo como floresta e fazendo a floresta crescer sobre o mundo. O filho do Velho, ainda não nascido, multiplicou-se, assim, pela primeira vez, como árvore e floresta. (...) O filho de Deus estava ali, disperso, quando viu, um dia, passar por perto nosso antepassado Mosaingar, (...). Maíra gostou, quis ver o mundo com seus olhos. Baixou, vestiu-se na pele de Mosaingar e, bem dentro dele, fez para si mesmo um oco, um útero. (...) Estava Maíra nesses trabalhos de conhecer e provar o mundo dos antigos quando viu correndo, ali pelo mato, e fazendo caretas engraçadas um bichinho à toa: esse gambazinho fedorento, o micura-sariguê. (...) Chamou com sua força o micura para dentro do oco da barriga do Ambir. Mas Mosaingar não queria que entrasse. (..) Maíra aí perdeu a paciência e teve que quebrar, do lado de dentro, toda aquela dentuça pra o irmão entrar. Micura, afinal entrou e gostou do quentinho lá de dentro. (...) Ali ficaram os dois conversando e crescendo. (...) Maíra e Micura nasceram paridos como gente no meio dos mairuns.”


Ao romper com a Igreja, mesmo tendo vivido longos anos afastado de sua gente e de suas origens, Isaías, que nunca se esqueceu desses mitos fundacionais e das lendas mairuns, volta a sua aldeia a fim de ascender à liderança de sua tribo, assumindo o posto de tuxaua (uma espécie de cacique) que lhe cabia por hereditariedade. A partir de Brasília de avião até o Mato Grosso, o percurso posterior de barco pelo Iparanã, em que Isaías se despe simbolicamente da indumentária ocidental, na tentativa de reencontrar sua identidade indígena, parece promissor e oferece um certo alento: o leitor torce para que a injustiça cometida contra Isaías (e todo aquele território indígena) seja de alguma forma recompensada com uma reinserção entre os mairuns o menos traumática possível para ele. Alma não é aceita na Missão e decide acompanhar Isaías nesse percurso e, apesar de todo o estranhamento que vivencia, inicialmente, ela vai-se transformando, ao longo da história, aos olhos do Avá, num contraponto dúbio de coragem, desprendimento, ousadia; e, ao mesmo tempo, de desconsolo, desenraizamento, loucura e aleatoriedade. Ao longo desse trecho da leitura que descreve o trajeto dos dois no rio, chega-se a acreditar que o menino Avá poderá ser resgatado das profundezas da alma sofrida de Isaías. 

No entanto, à media que Isaías navega numa embarcação precária, com poucos mantimentos e quase nenhum preparo, começam a pesar os anos de ausência de seu ambiente familiar: Avá não sabe mais pescar, nem usar o arco e flecha; mal consegue manter sua integridade física. Mas, nessa travessia, o desconforto maior é de Alma, que, super-urbana, é duramente confrontada com a sua escolha de viver entre os índios. Para Isaías, a constatação de que o tempo passou, de que suas raízes se desprenderam da terra, de que é um deslocado que não mais pertence àquele território, indicam que talvez não haja retorno, redenção, resgate ou justiça possível. Preso entre dois mundos, tampouco pode voltar ao convívio entre os padres. Ao chegarem à tribo, se Isaías não mais se reconhece em solo mairum, para Alma, havia, surpreendentemente, um lugar no universo, como mirixorã – uma mulher sem marido ou família, autônoma e empoderada sexualmente. Os papéis se invertem por um momento, mas para Alma subsiste o desconforto do estrangeiro. Ela não consegue encaixar-se com naturalidade ao papel de mirixorã, porque se auto-impõe cobranças morais, resquícios de sua origem, que a impedem de ser verdadeiramente livre e abraçar a nova vida e costumes. 

Na travessia entre o mundo civilizado e o mairum, percebe-se o elo afetivo inquebrantável, o amor de Isaías pelo lugar onde nasceu. É o que Yi-Fu Tuan denominou de topofilia (2012, p. 135-136): “um neologismo, útil quando pode ser definida em sentindo amplo, incluindo todos os laços afetivos dos seres humanos com o meio ambiente material. Estes diferem profundamente em intensidade, sutileza e modo de expressão. A resposta ao meio ambiente pode ser basicamente estética; em seguida, pode variar do efêmero prazer que se tem de uma vista, até a sensação de beleza, igualmente fugaz, mas muito mais intensa, que é subitamente revelada. A resposta pode ser tátil: o deleite ao sentir o ar, água, terra. Mais permanentes e mais difíceis de expressar são sentimentos que temos para com um lugar, por ser o lar, o locus de reminiscências e o meio de se ganhar a vida.” Esse sentimento, no entanto, não se sobrepõe às rachaduras impostas pela civilização à identidade indígena de Isaías que se apresenta, aparente e irreversivelmente, fragmentada. À medida que a leitura avança, esvai-se lentamente, a esperança de que esse sentimento de pertencimento, a topofilia, possa funcionar sobre os fragmentos identitários do Avá. Como, em sua tão esperada chegada, Isaías não oferece as respostas e explicações que seus pares esperam acerca do mundo caraíba, como não confecciona uma cosmovisão desse mundo a partir dos mitos e lendas mairuns, como relata de forma racional sua experiência do outro lado, que ninguém conhece, não consegue corresponder às expectativas de seu povo. Tudo é agravado por demonstrar total inabilidade para ser um tuxauã.

“Na aldeia ele comenta com Alma as dificuldades que enfrenta. É visível que não corresponde à expectativa dos mairuns. Explica que tudo é mais grave, no seu caso, por ser ele do clã jaguar, que dá os tuxauas. É o clã que exige e exibe força e eficiência. Se não fosse assim, se ele fosse do clã dos carcarás, por exemplo, com vocação de aroe, bem podia ser um homem recatado, quieto. Mesmo se fosse do clã tão detestado dos quatis, ninguém se preocuparia com suas ineficiências físicas. Imaginariam que as inabilidades, se havia, se compensavam, porque nele estaria se formando um futuro oxim, um pajé-sacaca, um feiticeiro. Mas para um jaguar é diferente. Um jaguar tem que ser um chefe. Levará muito tempo para que desistam disso. Ele sente como os olhos se põem nele, perplexos, espantados. Adivinha que estão todos desejando uma espécie de milagre, uma eclosão, que faça sair de dentro das suas poucas carnes, de dentro do seu corpo esquálido um outro ser; um onção vigoroso, maduro, respeitável, sábio. O chefe que esperam: o tuxauareté”.


Maíra inicia-se como uma espécie de romance policial - cujos traços ainda vão se metendo no meio da narrativa. A cena de abertura é chocante. Ao longo do texto, contudo, Darcy Ribeiro, como se tivesse repensado e refeito as opções ficcionais a cada vez que refez o texto em seus exílios, acaba elaborando um romance de formação. De forma inventiva, dá vida a um mundo totalmente novo, criado por Maíra, um deus vingativo, parcial, lascivo e volúvel, que em nada se assemelha ao Deus católico imposto aos indígenas. Os conflitos identitários de Isaías (e de Alma, também) passam a ocupar o cerne da narrativa de Maíra, mas este é um romance composto pelas vozes de muitos personagens que revelam ângulos distintos do processo histórico de ocupação territorial do interior do Brasil, de implosão da cultura indígena, de incompletude da cidadania do país e, sobretudo, de questionamento do caráter pacífico da mestiçagem como representação nacional. Totalmente inovador e revolucionário, Maíra marcou uma geração de brasileiros e merece ser lido e relido com muita atenção, nos dias de hoje, em que discussões identitárias e de constituição de uma nação voltam ao debate público, nem sempre de forma inventiva e criativa como proposto por Darcy Ribeiro. 





Foto tirada no Quilombo do Campinho da Independência, em Paraty, Rio de Janeiro, durante evento de agroecologia e saúde de que participaram representantes do Fórum de Comunidades Tradicionais da região. 




REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

CANDIDO, Antonio. “Mundos cruzados. In RIBEIRO, Darcy. Maíra. São Paulo: Global, 2014. p. 307-310.

 MOTTA, Maíra Basso. “TRANSFIGURAÇÃO ESTÉTICA EM MAÍRA: O REAL DOCUMENTÁRIO POR MEIO DO FICCIONALMENTE EXPRESSIVO”. Dissertação de Mestrado Acadêmico, apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Literatura (PPGL), do Departamento de Teoria Literária e Literaturas (TEL), do Instituto de Letras (IL), da Universidade de Brasília (UnB), como requisito parcial à obtenção do grau de Mestre em Literatura.

RIBEIRO, Darcy. Maíra. São Paulo: Global, 2014.

RIBEIRO, Darcy. Gentilidades. São Paulo: L&PM, 2011.

SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.

TUAN, Yi-Fu. Topofilia; um estudo da percepção, atitudes e valores do meio ambiente. Londrina: Eduel, 2012.



15/09/2019

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  Aletheia Machado

Aletheia de Almeida Machado é mestre em Relações Internacionais e há um bom tempo atua profissionalmente na área de cooperação internacional, no governo brasileiro. Natural de Brasília, já morou em Buenos Aires, Atlanta e Rio de Janeiro. É apaixonada por seus dois filhos e pela literatura. Seus maiores prazeres são ler, viajar, tomar um bom vinho e exercitar (se tudo junto, melhor ainda!). Sua meta na vida é alcançar todo e qualquer equilíbrio. Quem sabe pela escrita?

aletheia.machado@gmail.com


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