artistasgauchos












Desenvolvido por:
msmidia

Escrita Criativa
Produtos na loja

 seja um seguidor desse artista


Cidade Porto Alegre
E-mail contato@escritacriativa.com.br
Site www.escritacriativa.com.br


Produtos na Loja AG (4)

Destaques

 

A presença de Escrita Criativa no portal é um oferecimento de:



 Cadastre-se como seguidor desse artista

Prestigie seu artista favorito.

Nome :
E-mail :
Cidade/UF: /
 
  


Seguidores desse artista (2060)

Mural

Estou iniciando o curso.O que já se tem apresentado-me,deixa-me curioso e ansioso a chegar ao fim e participar de outros e outros. É a minha primeira experiência em comunicar-me através de uma Oficina de Escrita. Já escrevi um livro "Memórias de um Alcoólatra", porém, sem técnica, no popular "NA TORA".Fui alcoólatra,hoje abstêmio e resolvi contar o meu sofrimento. Está sendo editado pela VISEU.Após adquirir alguns conhecimentos através de livros, resolvi abraçar, com muito carinho, a carreira de "autor e contador de histórias". Com certeza irei conseguir.
Atenciosamente,
Luiz Antônio Magalhães
luizantoniomagalhaes.47@gmail.com
Luiz Antonio Magalhães Pires Aragão, Vitória da Conquista(BA) 15/11/2018 - 11:076743
Muito bom!
Richard, Porto alegre/RS 14/11/2018 - 16:046741
Conseguiste colocar em palavras todo o carinho e apego que temos com nossos animaizinhos de estimaçao
É facil de se imaginar esse sentimento ao ler o texto, mas se faz parte dele quando ja se esteve em situaçao igual, Parabéns.
Melo, POA/RS 14/11/2018 - 12:586740
Parabéns Christianne, tranformaste em palavras os sentimentos que temos pelos nossos pets.
Continue assim...
Carlos Fernado, Porto Alegre 13/11/2018 - 23:306739
Parabéns! Adorei o artigo!
Carla Manfroi, Canoas/RS 13/11/2018 - 12:556738
Excelente reflexão. Muito bom o artigo Micheline, parabéns!
Fábio Rosa, Canoas/Rs 13/11/2018 - 09:506737
Por um prêmio desse valor, nesse concurso para duros, o concorrente deve residir a uma quadra do local, para não ter nenhuma outra despesa além do envio.
Heusner de Moura Grael Tablas, Dois Córregos / SP 10/11/2018 - 13:366734
Esta capita, nos deixou um grande legado de aprendizado e nao seria justo, que nao passasemos para os demais atraves de seus contos.Parabens! Seus contos sao a continuidade de um grande legado que se estende aos demais.
Lidia Camargo, Viamao 09/11/2018 - 15:496733
Mesmo com a morte da filha essa mãe não conseguiu olhar a mesma como um outro ser e não como extensão de si mesma que era o que a filha representava pra ela , uma relação simbiótica que a menina não suportou . Ter filhos significa a capacidade de amar e deixar viver o que nao. O seguiu Berta.
Marilene, Santo Antônio da patrulha 30/10/2018 - 22:006726
Olá bom dia a todos da escrita criativa,gostaria de saber como posso participar dos concursos.Sou peta escritor tenho um livro publicado ne gostaria de participar dos concursos.
Atenciosamente,Clóvis francisco da Silva.
Clóvis Francisco da Silva, Olinda - PE 30/10/2018 - 11:186725
Parabéns, amiga! Mais uma vez escreveste com o coração. Muito lindo! Sucesso! Bjs
maria bernardete, Porto Alegre 27/10/2018 - 08:506724
Que lindo Suzi! Que texto doce...parabéns! Bjão
Melissa, Canoas 27/10/2018 - 08:296723
Parabéns Susi!!! Sucesso principalmente quando se trata da inocência de ser criança onde prevalece a verdade e doçura!! Encantada!! Bjs
Cristina Antonini, RS 27/10/2018 - 04:176722
Parabéns! Ótimo trabalho! Uma leitura de fácil entendimento, onde as crianças se identificarão e também poderão viver o sonho de uma tenda mágica.
Neli Gomes, Poa RS 26/10/2018 - 22:496721
Parabéns Susi muito bom, adorei, criativo, uma linguagem limpa, muito bem colocada e adequada. Obrigado
Lúcia Saul, Porto Alegre 26/10/2018 - 18:106720
Parabéns, Suzi!!! &128144;
Simone, Porto Alegre 26/10/2018 - 15:446712
Parabéns Suzana!,que este livro possa chegar em várias pessoas que irão apreciar as sua palavras de carinho e dedicação!,a sua família merece!, bjsss.
Marcelo Borges da Silva, Porto Alegre RS 26/10/2018 - 15:286711
Lindíssimo conto, parabéns Suzi!!! Muito orgulhosa de você, te amo.&10084;&65039;
Gabriela Xavier da Silva, Rio Grande do Sul 26/10/2018 - 15:096710
Amei o texto,me despertou a curiosidade de ler os livros,principalmente o primeiro.

Tenho certeza me ajudará a melhorar minha escrita e agregará mais conhecimento ao pouco que sei sobre a arte de escrever.Parabéns.
Marnielly, Fortaleza 24/10/2018 - 11:276709
Que final! Adorei.
Camille, porto alegre 19/10/2018 - 11:546705
Que conto maravilhoso! Amei a protagonista. Parabéns.
Camille, porto alegre 19/10/2018 - 11:466704
Prima querida!
Se o conto e desse nível (TOP), imagino o livro.
Vou contar este conto para minha netinha , que adora histórias ....
Parabenlizo a vc por este belíssimo trabalho &128525;&10084;&65039;
Rosana A Lima, Volta Redonda - RJ 19/10/2018 - 11:096703
Ana Muito bom, ja Na expectativa de ler o livro. As criancas quando querem são muito cruéis. Eu gosto do teu estilo e da leveza com que escreves
Magaly Andriotti Fernandes, Porto Alegre RS 18/10/2018 - 23:366702
Delicia de conto , Ana Maria!
Gostei muito!!
Dora Almeida, Porto Alegre - RS 18/10/2018 - 21:356701
Ana amei o tratamento que você deu as dificuldades que a Ciça passa na escola. Tem seriedade e leveza ao mesmo tempo. Era um tempo que as crianças e adolescentes sofriam caladas e sem nem um tipo de ajuda.
Ainda bem que os tempos estão mudando. Muito ainda precisa ser feito. Escrever sobre o assunto vai levar um alento ao leitor que um dia passou ou passa por esta dificuldade.
Luzia, Porto Alegre/RS 18/10/2018 - 20:326700
Ano passado participei do Desafio Literário, adorei, esse ano desejo repetir. NO aguardo.
Magaly Andriotti Fernandes, Porto Alegre Rs 18/10/2018 - 08:596699
Muito bom! Parabéns!!! Um texto que nos remete a momentos, lembranças e esperança.
Rogerio Okada, Uberlândia MG 10/10/2018 - 06:526697
Wow...por um momento viajei no tempo e me dei conta de quantos de nós já fomos Julia um dia, ou muitos dias...ou ainda somos...me deu vontade de escrever...teu conto está muito bem escrito, exala sentimento! Parabéns!
carla adriana, porto alegre 05/10/2018 - 16:446695
Conheço essa moça a 10 anos e para minha felicidade é minha nora.
Maria Jussara Gomes Bueno de Almeida, Porto Alegre /RS 05/10/2018 - 15:326694
Eu não perderia tempo com esse "concurso".
Ano passado, na edição anterior, após enviar os contos por correio, não tive qualquer confirmação de inscrição. Depois, busquei informações sobre o resultado do concurso pelo email deles e jamais me responderam. E mesmo hoje, um ano depois, o resultado nunca foi publicado na internet.
Bem pouco confiáveis.
Diego, Poa/RS 04/10/2018 - 00:566693
Ótimo conto. Muita criatividade. Atenção aos detalhes, como quando diz que ficou a espera, enrolando os dedos nas alças da bolsa. Maneira de fazer o leitor enxergar a cena.
Dos melhores contos que tenho lido ultimamente.
Maria Moura, Porto Alegre. RS 02/10/2018 - 14:266683
Livros, textos
Ivone, Manhuaçu 02/10/2018 - 11:446682
Tenho muito interesse sobre temas que versem sobre literatura..
Luiz Gomes de Brito, Salvador-BA 02/10/2018 - 11:436681
Dora muito bom. Uma história típica de nossos Pampas. A leitura nos faz ver o pomar próximo a casa. O bar com a rinha lembra meu pai que criava galos para a briga. E o final, em que ele vai conhecer o possível filho, interessante. Como existem mulheres que ficam grávidas e não falam para os país. Uma discussão que dá muito pano para Mangás.
Magaly Andriotti Fernandes, RS 29/09/2018 - 19:576676
Amada Dorinha faz, neste conto uma bela viagem às suas origens e costumes de quem veio dos Pampas Gauchescos para a capital.
Super amei a leveza.
APLAUDO!
IEDA MARIA MORSCH BEIER, Rs 29/09/2018 - 14:156675
Parabéns pela iniciativa!
Anna Cristina Lima Junges, FORTALEZA 14/09/2018 - 22:506671
Como tem sido sempre que te leio, Magaly, gostei imensamente de teu texto. De forma simples, mas consistente e criativa, transportas o leitor para o universo da narrativa. De forma tão convincente que dá vontade de lá ficar. Comendo bergamotas.
Rosane Kohl Brustolin, Farroupilha - RS 13/09/2018 - 22:426669
Prezada Caroline, de minha breve experiência como escritor, diria que tudo o que escrevemos está em nós, em nossa mente, sentimentos, afetos. Um pouco disso, dependendo de cada um, vem das experiências objetivamente vividas, captadas pelas pessoas e perceptíveis de suas vivências. Então, por menor que seja a influência de seu mundo externo na obra, vale sim, e muito, conhecer a vida objetiva do autor para melhor entender sua obra. Assim me parece, sem maiores certezas. Um abraço, Léo
Léo Ustárroz, Porto Alegre 13/09/2018 - 08:286668
Que legal Marta!!! Cada dia melhor! Parabéns!
clarissa, Biguaçu/ SC 07/09/2018 - 00:336666
Lindíssimo... Parabéns!!!
Isabel, Porto Alegre 06/09/2018 - 14:086665
Muito bom Marta!!! Retrata um dura realidade com muita veracidade e emoção. Beijão!!
Raquel Bussmann, PORTO ALEGRE 06/09/2018 - 11:076664
Um texto realista... uma verdade bem exposta. Parabéns, Marta!
Luis gustavo, Porto Alegre 06/09/2018 - 09:446663
Gostei da ideia do caminhar à toa, Platão e Aristóteles caminhavam horas "filosofando" (peripatética) e o silêncio é roteiro mental para a meditação Zen-budista. Ambos são formas preciosas para quem quer se dedicar à literatura.
sebastião pereira da costa, itapeva-sp 06/09/2018 - 08:356662
Excelente exposição da importância de se pesquisar antes de iniciar um romance. Intuitivamente, segui alguns passos abordados pelo Caco quando escrevi meu romance A História Oculta, sobre uma conspiração nazista. Gostei das dicas.
sebastião pereira da costa, itapeva-sp 06/09/2018 - 08:106661
Parabéns, Marta! Muita sensibilidade. Agora temos uma escritora na família! &128170;
Ana, Porto Alegre/RS 06/09/2018 - 08:026660
Parabéns Marta
Excelente texto, como todos os outros teus, que tive o prazer de ler!
Rosano, Gravataí - RS 06/09/2018 - 06:456659
Sucesso, excelente texto.
Eve, muito bom Marta, viceral, seco, excelente o teu texto, , Porto Alegre/Rs 06/09/2018 - 00:016658
Muito bom!
Claudia Fontoura Xavier, Poa RS 05/09/2018 - 21:466657
Carol, adorei teu conto, um tema bem moderno. Nós vovós sexuadas te parabenizamos. Hoje as pessoas vivem mais. As avós, e os avôs de hoje que são viuvos, ou divorciados, namoram. Um final surpreendente. E legal também a questão da escolha da roupa dos filhos, e suas repercussões no cotidiano social e escolar. Parabéns!
Magaly Andriotti Fernandes, Porto Alegre, Rio Grande do Su 02/09/2018 - 20:066656
Adorei ler, escrever o crime em tres versões diferentes, excelente idéia. Um texto que mostra bem o resultado do ciúme doentio, de um relacionamento onde a posse vigora. Quando a pessoa deixa-se levar pelo impulso, pela paixão, não pensa, age. Muitas vezes, depois de uma cena dessas , é comum ocorrer um suicidio.
No enredo, quatro personagens, os amigos do cursinho, o assassino, e ivana, a que colocou lenha na fogueira. Parabéns
Magaly Andriotti fernandes, Porto Alegre, Rio Grande do Su 02/09/2018 - 19:536655
Retificando: os não-imprescindíveis não são a maioria. Foi uma força de expressão. Mas, realmente, há alguns nomes que ocupam o lugar de outros realmente essenciais.
Fred, Curvelo/MG 31/08/2018 - 12:336654
Realmente, há bons contistas em sua lista. Alguns, extraordinários. Mas a maioria está longe de ser imprescindível.
Fred, Curvelo/MG 31/08/2018 - 12:286653
Lindo...poético! Crescer como humano para uma vida adulta que realmente assusta ou tornar se borboleta voando por um lindo jardim ou a vida..uma metáfora para mim!Gostei
Rosângela Maria de Jesus Pereira, Novo Cruzeiro 21/08/2018 - 00:406630
Gostei imensamente do texto. Da forma como ela faz a volta ao mesmo assunto...o relógio...sem parecer repetitiva! Mas sobretudo gostei demais do olhar literário sobre uma pequena cidade tendo em vista que acho difícil encontrar temas interessantes em lugares pequenos.
Rosângela Maria de Jesus Pereira, Novo Cruzeiro 20/08/2018 - 23:556629
me preocupa e entristece na região em que vivo a quase completa falta de interesse por literatura das pessoas com quem convivo...a gente praticamente não encontra com quem falar sobre uma obra literária......resistir
Rosângela Maria de Jesus Pereira, Novo Cruzeiro 20/08/2018 - 22:526628
Adorei as dicas. Li quase todos. Vou ler os que indicas. E reler (com muito gosto) os que já li. Gracias!
Maria Teresa do Valle, Porto Alegre, RS 19/08/2018 - 17:466626
Parabéns pelo texto!
Marcelo Spalding, Porto Alegre 13/08/2018 - 18:156621
Professor Marcelo, além de confiar plenamente no senhor como profissional, sei que críticas, quando construtivas como as suas, só têm a nos fazer crescer. Sinto-me privilegiada por ser parte desse processo.
Fernanda Barbosa Soares, Campo Grande 10/08/2018 - 13:326619
Adorei o texto kkkkkk. Fiquei esperando o assunto, mas o tema foi sensacional.
Márcia Telles, Porto Alegre 02/08/2018 - 08:186618
Adorei, mestre!!! (kkk)
Cada vez me apaixono mais pela linguagem verbal. Só ela para permitir que tudo seja feito com ela, por ela, sobre ela - e sair inteirinha, e ainda mais rica. Parabéns!!! (mais kkk)
Marisa Magnus Smith, Porto Alegre/RS 31/07/2018 - 13:346617
Kkkkkkkkk Adorei !!!!!!!!!!!!!!!!!!

Isso daria um bom conto. Já imaginei o personagem principal agindo furtivamente para escapar da Polícia da Palavra pelos becos, ruelas e locais de mercados clandestinos que atuam ilegalmente em festivais e concursos literários, em busca de aspas, vírgulas, gerundios e a porta toda! Kkkk
Walter Pinheiro Jr., Natal/RN 31/07/2018 - 12:526616
Muito bom o artigo. Abordou uma questão que me preocupa também e cerca de um mês atrás conversei sobre isso com um amigo, quando o indiquei um livro de 430 páginas e ele achou absurdamente imenso, afirmando que não teria tempo.

É verdade que as pessoas estão cada vez mais sem tempo de ler, mas o fato é que, quem ama mesmo a leitura sempre arranjará um jeito de dedicar o tempo a isso. O negócio também, atrelado a tudo isso ai que você falou, é muita preguiça desse povo.
Walter Pinheiro Jr., Natal/RN 31/07/2018 - 12:386615
Procuro anotar flashs que surgem, associação de ideias, insights, cenas, etc
Estou "me devendo " terminar um texto sobre as palavras deambular e caminhar. Estava no hospital e os anjos do atendimento entravam e perguntava " já deambulou hoje?". Entao fugi dessa palavra horrorosa e fui buscar os relatos de minha ultima viagem, onde caminhei muuuito por Salamanca, a Cidade Dourada. E ai a gente entende a diferença entre deambular e caminhar. Nao é técnica, é emocional!
Rosália Saraiva, Porto Alegre 31/07/2018 - 11:556614
Também tenho esses apagões em virtude da rotina do dia a dia. Preciso de tempo, tranquilidade e silêncio para produzir e, como mãe que também trabalha fora, não encontro espaço para isso.
Mas independentemente de publicar, preciso escrever, me sinto tão bem! Sigamos em frente!
adriana, ssa / ba 31/07/2018 - 11:146613
Boa tarde, me chamo Priscila e eu tenho 15 anos e estudo em Ivoti. A uns dias atrás peguei i livro "A Cor do Outro" emprestado com uma prima, mas não cheguei a ler na hora. Ontem, eu estava em casa, sem fazer nada, peguei ele e li. LI todo ele em menos de duas horas, e foi o melhor livro do mundo que eu já li, e olha que eu já li muitos livros. Tenho que confessar que chorei no final. Agradeço a atenção. Obrigada.
Priscila Silva, Ivoti 25/07/2018 - 11:466612
Manter a rotina de leitura nestes dias é, de fato, um sacrifício e, de alguma forma, um ato de resistência. Também me vejo como otimista e preciso acreditar na ideia dos ciclos.
CAROLINE RODRIGUES, São Leopoldo 23/07/2018 - 21:376610
Plenamente de acordo. Acrescentaria ainda o padre, o pastor... Lutar por igualdade, por direitos, pelo humano, não pode entrincheirar ideias. A liberdade de crítica e de direção
na luta , o bom senso são fundamentais para que se chegue a um mundo novo , onde haja respeito antes de tudo .
clarice dorr, venancio aires 18/07/2018 - 23:016608
Professor Marcelo, este foi o primeiro texto que lhe enviei, estou escrevendo outros conforme os ensinamento das aulas. Espero sua critica sim, porque sei que és um expert no assunto enquanto eu estou recém querendo engatinhar. Portanto fique à vontade em criticar.
Iêda
IEDA DAMASCENO DE ANDRADE, Porto Alegre 13/07/2018 - 17:466606
KKKKK, ADOREI!!
E NÃO DESISTE!!
Viviane, Gramado-RS 03/07/2018 - 11:536602
Adorei. Mas agora você está em dívida com os pontos de interrogação (foram cinco!) e em dívida eterna com os dois-pontos (foram oito!!!).
:)
Caroline Rodrigues, São Leopoldo 01/07/2018 - 19:096601
Maurem, parabéns pela discussão proposta.
Marcelo Spalding, POA 27/06/2018 - 16:426596
Amei esse texto! Me identifiquei muito com tudo, tudo relatado nele. Que gostoso saber que tem gente parecida com a gente! =)
Carol Nunes, Rio de Janeiro/RJ 27/06/2018 - 08:386595
Que texto lindo! Extremamente visual - li como quem assiste um filme. Parabéns!
Carol Nunes, Rio de Janeiro/RJ 27/06/2018 - 08:296594
Com o vício perverso da sufocante centralização política, e a partir dessa, tudo o mais, os leitores acabamos direcionando nossos hábitos de compra, sim, para o chamariz que do "centro" procede. Que bom se pudermos estar sempre mais atentos ao que nos rodeia.
Gerson de Ramos Sebaje, Pelotas-RS 26/06/2018 - 22:386593
Hà espaço pra todos, desde que se faça o exercício de diversificar atrativos e estratégias de marketing nesse universo do leitor onde a inteligência virtual vem oferecendo praticidade.
Particularmente ter uma boa leitura com um livro físico em mãos, sentindo sua textura, e marcadores de páginas, onde não existe a preocupação de ficar sem bateria ou internet é libertador!
Sou fã de livrarias e adoro ficar perambulando pelos setores para admirar edições, vitrines e aconchego da exposição de cada setor, onde não troco por um "sebo".
Clair Faustino Machado, Indaial 25/06/2018 - 17:286592
Rubem, meu sempre querido e grande professor Rubem! Lapidar a tua crônica! Também assim me vejo, tanto na minha carreira, como no meu lado cronista...grande e saudoso abraço
Marta Leiria, Porto Alegre, RS 25/06/2018 - 13:586591
Querido Ruben:
nestes tempo esquisitos de radicalismo maniqueísta, tua crônica é um bálsamo. Muitos confundem pensar de modo isento com ficar em cima do muro. que muro, afinal?
Dane-se este muro, que separa e opõe ideias e - pior ainda, pessoas - em certas/erradas; esse muro que ignora os meios tons, as luzes e sombras que nos destacam como únicos num universo de iguais.
Parabéns, mais uma vez, pela corajosa lucidez de dizer delicadamente verdades que tantos não querem ouvir.
Um abraço da Marisa
Marisa Magnus Smith, Porto Alegre/RS 25/06/2018 - 11:306590
Essa matéria é muito rica. Otimamente escrita e ilustrativa.
Parabéns ao escritor. Gostaria de obter mais informações sobre Terapia pela escrita.
ROSELI FONTANIELLO, POÇOS DE CALDAS-MG 25/06/2018 - 11:276589
Texto inspirador... Estava precisando dele.
Eliza Carolina Viganó Gonçalves, Laguna/SC 23/06/2018 - 06:346588
ROMANELLI FALECEU EM S PAULO, HÁ 02 ANOS
ALVES, RIO 08/06/2018 - 07:386580
Ana: você é minha alma gêmea! kkk
Larissa Macalão Barbosa, Porto Alegre 09/05/2018 - 07:496572
Delicioso! Vou imprimir e ler para todos que fazem parte da minha vida!
Parabéns, Cláudia!
LARISSA, Porto Alegre 27/03/2018 - 11:406556
"As memórias visitadas hoje são inventadas"... preciso me convencer disso, Ione e parar de tentar colocar minhas histórias coletadas dentro de um método científico insípido e inodoro, como se isso fosse antídoto para as "mentiras" que me contaram. Não são mentiras: são narrativas!
Quero me convencer disso para assim deixar minha memória brincar de contar histórias sobre a natureza.
Larissa Macalão Barbosa, Porto Alegre/RS 27/03/2018 - 10:206555
Não levo nenhuma crítica como ponto negativo, até porque é o que eu espero, uma crítica que me mostre de fato aonde preciso melhorar. Quando dei início a este curso, foi na intensão de captar novas formas, afim de deixar minha criatividade nascer sem esforço... e por incrível que pareça eu percebi que minhas idéias estão fluindo com mais naturalidade, me dando a cada dia novas histórias diferentes.
Waleria, Rio de Janeiro 25/03/2018 - 14:516553
Amei essa crônica, Marcelo!
E os ídolos? "Morreram de overdose..."
Deise A. R. dos Santos, Lajeado/RS 13/03/2018 - 16:186550
O tema do texto é ótimo, assim como ele inteiro! Esclarecedor e intensamente revoltante!
Deise A. R. dos Santos, Lajeado/RS 13/03/2018 - 09:226549
Venho acompanhando as atuais discussões sobre a posição binária que você cita no texto “é ou não é arte”, todos se arvoram no direito de julgar se é ou não arte. O seu texto além de esclarecer muito bem os conceitos de cultura, arte e entretenimento, os dois últimos partes da cultura embora não gostemos de admitir, vem de encontro ao que me vem sempre que leio tais discussões, o que menos importa é se é arte ou não, se não gosta, é muito simples, não veja, não leia, não participe, afinal temos o direito e o dever de escolher. Assim como não gostamos de todas as obras reconhecidas pelo valor estético e que permanecem além do seu tempo, escolhemos sempre aquelas que falam aos nossos sentidos, aos nossos corações, se alguns momentos convidam ao entretenimento, por que não? Cabe a cada um definir o seu limite de tolerância aos entretenimentos disponíveis e aproveitar aqueles que, com o perdão da redundância, o entretém!
Alice Felicissimo De Mario, São Paulo 05/03/2018 - 19:206543
As críticas foram oportunas e delicadas até. Não imaginei que fizesse tanta lambança com os tempos verbais. Obrigada pela sinceridade.
NILSA Fatima Fazzolo Machado, FOZ DO IGUAÇU 22/02/2018 - 16:256540
Excelente resenha, Marcelo! Percebe-se muito bem pelo seu texto a importância da obra, apesar de o Romance ter um final morno. Os Estados Unidos ainda hoje é um país extremamente preconceituoso em relação aos negros e estrangeiros, e, nessa época, o racismo era ferrenho, portanto, como documento, essa obra é "um grande acontecimento" em matéria de literatura.
paulo ademir de souza, Guarujá/SP 26/12/2017 - 09:246532
Professor Marcelo, muito obrigado pelas observações nos meus textos. Foram bastante oportunas. Sempre precisei de alguém que realizasse uma leitura crítica dos meus textos. Forte abraço e sucesso a todos nós!
Roni Ferreira Nunes, Santa Cruz do Sul 11/12/2017 - 13:526529
Sou uma leitora voraz...amo literatura dos clássicos à filosofia...os grandes romances ao entretenimento...exceto o terror e a ficção científica e gosto muito de escrever. Então gostaria muito de fazer um curso que orienta a escrita criativa, no entanto, não consigo acompanhar cursos on line. Ou estou presente ou prefiro o livro para me orientar. Se você tiver o interesse de me vender o curso através de material gráfico ou vídeo aulas gostaraia muito de adquirir...aguar resposta via email...obrigada
Rosângela Maria de Jesus Pereira, Novo Cruzeiro 25/11/2017 - 18:486524
Muito bom o artigo, professor Marcelo, e bastante esclarecedor.
Talvez eu possa estar enganado, mas creio que o principal motivo do afastamento de leitores iniciantes da minha época, eram essa fórmula de escrita de Aluizio de Azevedo, por exemplo, formal ao extremo. Eu tive que ler um livro de José de Alencar, detestei, li pro obrigação... E vi que hoje, são livros obrigatórios principalmente para quem quer se aventurar no mundo da escrita.
Nos Romances contemporâneos, esse tipo de linguagem é normal: o narrador vai descrevendo a história naturalmente e nos diálogos não é mais ele que está ali, e sim as personagem em diálogos descontraídos e outras vezes num tom mais agressivos o que não dá para seguir na mesma toada. Isso, ao meu ver, serve por dois motivo: primeiro, alertar o leitor e posicioná-lo na leitura do texto, deixando-o atraído pela cena. segundo, o narrador tem a obrigação de trazer ao leitor a correção e coerência de uma boa gramática.
paulo ademir de souza, Guarujá 10/11/2017 - 17:056516
A LER REALMENTE É ALÇAR VOO AO INFINITO,GOSTAR DE LER É PRECISO PRATICA SEM ESSE EXERCICIO NUNCA SE LÊ, APENAS SE DECODIFICA,E NÃO SE PERCEBE O HORIZONTE,TORNA-SE PRESO E ACABA POR SE PERDER NO INFINITO DAS LETRAS.PANEAS ISSO.
LER É PERCEBER PELO OLHAR,AS PALAVRAS E ALÇAR VOO NA IMAGINAÇÃO SEMINTERRUPÇÃO E NEM MEDO DE VER QUÃO GRANDE SÃO AS EMOÇÕES CONTINDAS NAS PALAVRAS,ESSAS PEÇAS FUNDAMENTAIS PARA O CRESCIMENTO DO EIXO SOCIAL, EÃO SOMENTE UM EXTRATO SOCIAL.
JORGE CARVALHO JURUTI PARA BRASIL.
FRANCISCO JORGE DOS SANTOS CARVALHO, JURUTI PARA 31/10/2017 - 20:246501
Modo singular de contar um caso. Vi cada cena, mas terminei com o estômago embrulhado. Parabéns!!!
Raimundo, Belo Horizonte/MG 25/10/2017 - 16:486499
A leitura deste texto me fez ter certeza da qualidade do curso. Obrigada por compartilhar sua visão de cultura.
Maria Theresa Gomes, Cariacica - ES 24/10/2017 - 11:116498
Cara Suely; fiz o comentário sôbre a minha
condição de iniciante assustado com a tarefa
de mostrar algo de criação literária. Fui fazer
uma semana de liguistica de Graciliano patrocinado pelo Liceu Literário Portugues e
estou lendo sobre o estilo de Machado de Assis e de Eça de Queiroz que lá êles recomendam. Estou amadurecendo no trabalho de texto. Assim que melhorar vou entrar em novo curso quando me sentir mais confiante
MANUEL MARTINS PEREIRA, Rio de Janeiroa 23/10/2017 - 16:216496
Acabo de ler o livro "Minicontos e muito menos" (comprei hoje na aula da Laís) e preciso te dar os parabéns. Muito bom, Marcelo, tanto a tua parte quanto a da Laís. E achei a edição muito legal também, o formato, as ilustrações... Vou levar meu exemplar semana que vem pra vocês assinarem.
Era só isso mesmo!
Adriano Andrade, Porto Alegre 29/09/2017 - 13:316483
Marcelo, adorei esse texto. Identifiquei-me com sua indignação. Parabéns e obrigada por ter escrito sobre esse tema. Um abraço, Rebeca.
Rebeca Bedone, São José do Rio Preto/SP 17/09/2017 - 15:586480
"ricocheteavam" e "entreolharam-se" são sinais de um narrador que, conscientemente ou não, se poe num degrau diferente dos personagens. O que poderia ter escrito? "batiam" e "olharam um para o outro"? Sim, bons substitutos, mas duvido que os personagens usassem essa linguagem para descrever o que estava acontecendo. Zé miúdo usaria alguma metáfora para descrever tudo isso? Ou usaria um monte de palavras que, sinceras e verossímeis, descrevem seu jeito de ver o mundo, mas que que simplesmente nunca usaria na vida real, pois não é assim que ele fala? É do narrador a prerrogativa de querer manter-se neutro, mas isso o briga a falar como o personagem fala ou ele pode usar a linguagem que lhe soa mais familiar? Seus personagens se entreolham, mas duvido que saibam disso.
marco polo laufer, viamao 16/09/2017 - 22:306479
Realmente Jacira, o ensino está a desejar, eu que gosto muito da língua portuguesa e estou sentindo falta de conteúdo, as escolas deveriam dar mais aprofundamento no estudo, principalmente quando se trata de português, para formar cidadãos mais cultos e que se expressem bem na escrita. Abraço.
Adenilson Selestrino dos Santos, Arapoti - Paraná 11/09/2017 - 09:246462
Caro Marcelo: Vou fazer o curso presencial
"lingua e estilo em contos de Graciliano Ramos"
duração de 05 aulas, de 23 a 29 próximo no Rio.
Após isso, vou enviar para o Oficina os
trabalhos de criação finais para o Certificado.
Manuel M. Pereira, Rio 15/08/2017 - 06:016451
Participei de algo semelhante ao "Estante Pública", aqui em Miguel Pereira/RJ. O livro que deixei foi o mais importante pra mim: "A Pedra do Reino", de Suassuna. Foi-se rapidamente. Procurei um livro que pudesse ler, em vão... Hoje fui à procura da "estante dos sonhos". Já não havia. Restaram os desejos.
Renato C. Pereira, Rio de Janeiro/RJ 10/08/2017 - 20:226446
Professor Marcelo, um olhar crítico sobre nossos textos nos ajuda a crescer,melhorando nossa escrita.Além do mais, ela torna legítimo o elogio.Obrigada pelo olhar atencioso sobre meus texto.
Ana Lucia Rodrigues Lopes Santana, Americana SP 07/08/2017 - 17:196444
Mas essa é uma das grandes sacadas de se fazer uma oficina de escrita criativa a oportunidade de ter um olhar técnico esmiuçando seu texto, com o intuito de ajudar. Isso pra mim é sensacional.
Felipe Mota, Itaberaba/BA 21/07/2017 - 21:036438
Preado Marcelo:me senti prestigiado a publicação da minha mensagem sobre o que
preciso fazer para continuar na escrita.
Qual é o proximo desafio.Sou um redator
aposentado e do tempo antigo.Por favor me
passe uma tarefa.Para que possa entrar no
jogo, participar.Estou louco para mostrar
o que vim fazer aqui. Do amigo e admirador
Manuel.
Manuel M.Pereira, Rio de JaneiroRJ 17/07/2017 - 17:356437
As críticas são muito importantes para nosso amadurecimento e aprimoramentos, muiiiito obrigada Marcelo.
Diane Maciel, Mogi/SP 11/07/2017 - 18:166436
O Tribunal de Justiça do DF fez uma bela campanha e criou o projeto "Estante Livre", com a triagem das doações sobre o conteúdo dos livros doados.
Neli Trindade, PORTO ALEGRE 07/07/2017 - 22:016435
Caro Marcelo: estou um pouco perdido dentro do
Oficina. Gosto da estruturado curso,da maneira
como êle é apresentado. E daí, qual éo meu
processo para evoluir.Por onde começar.
Me sinto como se fosse um hobby. O que eu faço.Por favor,me diga.Me mostre por onde
evoluir na criação.Sou por enquanto um leitor. Quero escrever. Abraços,Manuel
Manuel M.Pereira, Ro deJaneiro RJ 07/07/2017 - 05:166433
ERRATA: Na citação de Clarice Lispector, parte de uma frase foi misteriosamente abduzida pelo computador. Segue a frase completa: “E é verdade. A vida de cada pessoa é passível de um aprofundamento doloroso e a vida de cada pessoa é "inacreditável". Aliás, quando ela cita “aprofundamento doloroso”, com certeza, ela deve estar falando de crítica (brincadeiras à parte, não é que dá o que pensar?). Vocês não concordam? Abraços a todos os participantes e ao professor Marcelo.
Hugo Ricardo Lengert, São Leopoldo-RS 06/07/2017 - 11:126432
Crítica, quando não é puramente opinião pessoal, mas se embasa em critérios plausíveis, é sempre excelente para quem quer aprender. E oficina literária é espaço para aprendizado. Geralmente quem se ofende com a crítica é gente que se leva muito a sério e ainda não aprendeu a rir de si mesmo. Tenho uma relação de amor e ódio com meus textos (meu parecer a respeito deles sempre oscila entre achá-los bons e, no momento seguinte, desprezíveis). Fico corrigindo incessantemente até o momento de enviar para apreciação de alguém. O jeito de me livrar de um conto é escrever outro em seguida. Deixo um trecho do livro Um Sopro de Vida de Clarice Lispector para reflexão: “Todo o mundo que aprendeu a ler e escrever tem uma certa vontade de escrever. É legítimo: todo o ser tem algo a dizer. Mas é preciso mais do que a vontade para escrever. Ângela diz, como milhares de pessoas dizem (e com razão): "minha vida é um verdadeiro romance, se eu escrevesse contando ninguém acreditaria". E é verdade. A vida de cada pessoa é "inacreditável". O que devem fazer essas pessoas? O que Ângela faz: escrever sem nenhum compromisso. Às vezes escrever uma só linha basta para salvar o próprio coração”.
Hugo Ricardo Lengert, São Leopoldo-RS 06/07/2017 - 10:496431
Marcelo como já falei, estou adorando as oficinas, e sinceramente, estou participando para aprimorarmeus conhecimentos que são poucos, e espero sempre receber criticas construtivas, pois só assim conseguimos evoluir e atingir nossos objetivos, se eu não chegar a publicar algum dia um livro ou conto, com certeza serei uma grande leitora. mais uma vez parabéns pelo projeto!
Sheila Rapkiewicz, Alvorada 04/07/2017 - 20:266426
Cara Suely: Fiz o ENEM EM 2012 aqui no Rio
Me saí bem e fui aprovado. Considero a parte
de linguagem da Oficina de Criação com maior
qualidade e,por isso mesmo, mais dificil.
Vou fazer uma revisão do curso médio para me
atualizar
Manuel M. Pereira, Rio de Jneiro RJ 29/06/2017 - 19:116424
Porra, até que enfim as palavras dizem o que tem
que ser dito.Cada um é cada um.Vamos em frente
que atrás vem gente.Abraços, Manuel
Manuel M.Pereira, Rio de Janeiro RJ 24/06/2017 - 17:446411
Caro Marcelo:Tenho andado meio perdido com o
material do curso.Confesso que hoje foi a primeira vez que gozei com o texto. É que tenho
uma ideia de um conto com protagonistas de uma
casa de massagem.Muito bom o diálogo.Rubens Furtado é o meu autor favorito.
Manuel M. Pereira, Rio de Janeiro 24/06/2017 - 17:266410
Marcelo gostei muito do teu artigo.Está muito claro e explicativo.Concordo contigo que a capacidade de expressão é fundamental na comunicação e para escrever então temos que conhecer a capacidade linguística.Gostaria que escrevestes também um artigo, explicando a diferença entre capacidade de expressão e a linguagem oral falada no cotidiano ,porque nem sempre usamos a linguagem correta.Como por exemplo a linguagem de cada Estado no Brasil é diferente.Exemplo o pão francês no RS chamamos de cacetinho, já em outros Estados é palavrão.E as gírias de cada Estado.Gostaria que explicasses também sobre os escrevem e declamam cordéis.Os cordelistas.Abraços.
Suely Braga, Osório RS 10/06/2017 - 18:356403
Suas observações no meu texto foram muito pertinentes e contribuiram de forma significativa para minha escrita. Quem não está apto a receber críticas e sugestões deve escrever apenas para si mesmo.
Vanessa Cardoso, Rio Claro 06/06/2017 - 11:376397
Acho valido teus comentários. Se não tivermos maturidade para ouvir comentários críticos sobre o que escrevemos como vamos crescer.
Vera Salbego, Guaiba 04/06/2017 - 19:136396
Gostei muito do texto, pela clareza e pelos pontos de vista sobre a Cultura ! Sou admiradora da tua escrita tenho empatia pelas coisas que escreves. Parabéns !
vera salbego, Uruguaiana RS 29/05/2017 - 17:376394
Oi, Marcelo! Parabéns pelo Livro As cinco pontas de uma estrela, pois tratas com muita maestria questões da adolescência tão vitais para nossos filhos. Pontos de um ciclo da Vida muito importantes de uma fase tão linda e cheia de questionamentos e efervescência; estou ajudando meu filho Guilherme de 13 anos a redescobrir a leitura.
Marlon Cássio Grigol, Porto Alegre 11/05/2017 - 20:426384
Gostei do texto pelos esclarecimentos quanto ao que é cultura, a diferença de arte e entretenimento.Fiquei a pensar na questão da diferenciação entre arte e entretenimento, pois o que um vê de beleza em algo pode não existir para outro, sobretudo para os padrões da atualidade.
Josue Feitosa, Jandira/SP 10/04/2017 - 16:126360
muito bom o texto. a discussão entre o que é cultura e o que não é,me fez fazer boas reflexões.
Gildeí, ibotirama bahia 27/03/2017 - 10:056352
Concordo com todas as críticas que fizeste até agora, percebo como é difícil mostrar e não narrar, parece que a escrita acadêmica acaba nos viciando num determinado modelo. E a falta de planejamento do final da história realmente propicia uso de clichês.
Carla Pintado, POA/RS 25/03/2017 - 14:206351
As críticas que o professor Marcelo faz são super relevantes para quem almeja melhorar a produção da escrita criativa. É como ele mesmo diz em suas aulas: gostar de escrever é bom, mas o mais importante é ter persistência, não desistir e buscar aprimorar cada vez mais o texto literário.
Giovanna Leite, Campina Grande - Paraíba 20/03/2017 - 21:246348
Marcelo, as críticas são imprescindíveis para o aprendizado.
Maria Auxiliadora R Araujo, Salvador 20/03/2017 - 13:596347
Acredito que a Arte, assim como a Cultura sofre mudanças o tempo inteiro. Na Arte, sito o exemplo da pintura, que se populariza cada vez mais através dos grafites, e na escrita, as crônicas e artigos publicados em jornais e revistas. Ambos de fácil acesso à população em geral. Penso que esta proximidade agrega cultura, e, de quebra proporciona entretenimento.
Rosa Maria G. Furlanetto, Porto Alegre - RS 17/03/2017 - 21:476345
Quando cursei mestrado, meu orientador escrevia em letras garrafais: "NÃO ENTENDI NADA!, REESCREVA, TEXTO CONFUSO. Muitas vezes fiquei chateada, mas no final concluí que as críticas foram fundamentais para meu aprendizado. Achei suas recomendações pertinentes e buscarei aprimorar.
Marilia Monteiro Alvim, Rio de Janeiro - RJ 15/03/2017 - 19:236343
Penso que o escritor, tal como o pintor ou o músico, tem antes de tudo uma necessidade inerente de se manifestar, de expressar sua arte, de dar o seu recado ao mundo. É algo do qual ele não consegue fugir, não há opção - isto está dentro dele e sempre estará. Este recado a ser dado ao mundo pode ser compreendido ou não, pode ser aceito ou não, mas ele sempre será passado, ou do contrário, teremos seres frustrados e infelizes pela frente.
Por este motivo, entendo e respeito a Valesca Popozuda, o Paulo Coelho ou o malabarista que fica na esquina fazendo suas performances. Eles fazem o que fazem porque esta é a sua essência, a sua cultura particular, que será compartilhada e absorvida por muitos e negligenciada e menosprezada por outros tantos.
Quanto ao atingimento daquilo que chamamos por "arte", creio que é algo restrito a poucos felizardos, que carregam consigo um misto de coisas, como talento, esforço, disciplina, sede de aprimoramento, teimosia, e um pouquinho de sorte também, pois a sorte acompanha os vencedores.
Imagino a arte como uma irmã mais velha, mais sábia e experiente, que, do alto de suas sólidas certezas, enxerga longe o horizonte, e a cultura como aquela irmã menor xarope, que fica pulando aos seus pés, pedindo colo e chamando a atenção. De vez em quando elas andam juntas, se dão as mãos,... Há vezes em que a arte carrega a cultura no colo e vezes em que ela se fecha em seu quarto e não a deixa entrar. Às vezes brigam de se matar! Quando estão juntas, são felizes. Quando estão longe, sentem falta uma da outra, pois são ao mesmo tempo individuais e complementares.
Deise Ferraz, Porto Alegre 15/03/2017 - 17:546342
Parabéns, Mestre! Foi muito esclarecedor o teu texto. Aliás, em poucas linhas, provocaste em mim muitas reflexões para que possa melhor me aventurar no universo da escrita criativa.
Ricardo Machado, Porto Alegre/RS 15/03/2017 - 14:426340
Parabéns professor Marcelo, este foi sem dúvida um excelente texto, deu para entender perfeitamente a mensagem.
Keila Melo, Açailândia - Ma 10/03/2017 - 19:576332
Roberto (já nos conhecemos de outro site, que de revolução em revolução consigo encontrá-lo, tornou-se um cometa) Achei bastante apropriada sua observação. Lemos, devemos ler, porem devemos dar chance, aos menos curiosos porém sequiosos de conhecimento de também desfrutarem desse entretenimento cultural.
O difícil é nos imbuirmos do ato de doar algo que durante algum tempo já fez parte de nós. Temos que encarar essa nova fase e acha-la quase normal.
Parabéns por sua iniciativa.
José Olavo
José Olavo Crestana, São Paulo/SP 16/02/2017 - 23:226312
Professor, obrigado pelo artigo esclarecedor. Muito bom!

Gostaria de contribuir se me permite, observando sobre o sucesso e a notoriedade; eu me incluo nesta lista de poucos loucos, e mesmo sem um motivo tão evidente, insiste em escrever, em busca de se fazer arte.

Há uma diferença bastante relevante entre o sucesso e a notoriedade. Acredito que muitos, como eu, terão sucesso, se sentirão bem e realizados com a construção de textos; porém, a nossa vaidade e o mundo nos atrai para a notoriedade; esta, parece, mas não é garantia de bem estar; em alguns casos o efeito é contrário.

Sejamos felizes com nossa arte, mesmo sem notoriedade. E saibamos valorizar os artistas comuns, simples e humildes (eles estão por toda a parte, é só enxergá-los), não apenas os consagrados.

Acho que um bom medidor do sucesso é: fez bem a alguém? Um só basta? Pode ser inclusive, nós mesmos, melhor se for um próximo.

Apenas uma lembrança aí, um ponto de vista sincero, de coração... forte abraço!
Samuel, Passos, MG 15/02/2017 - 16:356311
A língua coloquial é adquirida naturalmente ao longo da existência do indivíduo, sendo que a padrão está externamente posta nos livros e em outros suportes ou na fala dita culta elitizada e é definida assim por uma conversão, por causa disso, requer do professor que a coloque a disposição do discentes, para que eles a aprenda.
O que não se deve descuidar, é do modo de como tratar a questão, pois ao longo de sua escolarização, principalmente do ensino fundamental, os alunos geralmente foram induzidos a desvalorizar a variável coloquial que ele adquiriu naturalmente, utilizada diariamente para fazer a interação com os outros falantes. Só esse fato, já demostra a importância dessa modalidade, de modo que, desprezá-la, além de ser incoerente, fortalece o preconceito contra quem faz uso dela.
Quando o preconceito não é combatido nos primeiros anos da vida escolar, os alunos chegam ao ensino médio já internalizado em sua mente, a ideia que falam o português errado e que precisam ir à escola, assistir aula de Língua Portuguesa para aprender o português correto, por causa disso, tende a se tornarem intolerante com quem fala a variante coloquial da língua, quando passa a dominar o uso da norma culta.
Se o professor (a) deixar essa ideia enraizar na mente dos discentes, certamente fortalecerá o preconceito linguístico futuramente, por isso, o docente deve ficar atento a qualquer sinal de preconceito linguístico expressado em sala.
Por que se deve ficar atento? Porque o preconceito se manifesta inconscientemente por meio de práticas consideradas naturais por quem o exercer. Isso é um perigo, se o combate ao preconceito linguístico não trazer a luz o problema, pode criar uma geração que além de nega seu passado, se tornará odiosa com os menos favorecidos, a além do que se pode achar que só quem fala o Português padrão está apto para exercer a cidadania. Dessa ideia, surge a verdadeira exclusão linguística e o que é pior, nesse caso, o aluno ao invés de se apropriar da norma culta, entendendo ser mais uma ferramenta para ele exercer a sua cidadania com mais propriedade, baseado no uso da língua de modo civilizado, acaba por exercê-la enveredado pelo caminho da ignorância e a prática da inclusão e do ódio.
Esse modo de se comportar é observável, com facilidade, quando se percebe alguns comentários no “facebook” ou em grupo de “WhatshApp”, onde se algum popular, que não domina a norma culta, faz um comentário ou dá a sua opinião a respeito de um determinado tema, sendo que a sua escrita apresente alguns problemas ortográficos, a ideia dele pode até estar coerente, contudo, logo aparece um comentário desqualificando a sua ideia, simplesmente por ele não dominar a norma dita culta da escrita. O interessante é que logo em seguida, o cidadão que recebeu a crítica por escrever “errado”, na maioria das vezes, não entra mais naquele debate.
Esse fato, deixa claro duas preposições, a primeira é de que as escolas, com raras exceções, não estão cumprindo seu papel civilizatório e humanizador, fato que deixa evidente a necessidade de se mudar a forma de como é feita essa abordagem em sala pelos professores. A segunda, dar-se pelo fato de que ao invés dos alunos se apropriarem do conhecimento dessa variante linguística para exercer a sua cidadania com plenitude criando um ambiente respeitoso, para que as interações linguísticas aconteçam primando pelo respeito ao modo de se comunicar do outro, termina por fortalecer a intolerância.
Manoel Messias Serafim dos Santos, Redenção 14/02/2017 - 00:206309
Gostaria de fazer um curso de Escrita, oficial, memorando,cartyas, redação.,
Edemilton Mendes Dos Santos, São Paulo 04/02/2017 - 15:506303
Adorei a coerência e a inspiração do texto.
Joelson Pereira, Parauapebas 22/01/2017 - 19:286301
Marcelo, considerei suas observações pertinentes, pontuais e transformadoras. Como meu desejo é melhorar minha escrita, continuarei aberto para o aprendizado. Alguém, certa vez disse: "Amo os que me criticam porque me ajudam; evito os que me bajulam porque me corrompem".
Obrigado!
Wadson Vieira, Novo Hamburgo/RS 20/01/2017 - 08:396300
O texto foi definido de uma forma simples e objetiva revelando o verdadeiro significado de cada um dos temas. Com certeza levou ao leitor a compreensão de suas diferenças. Excelente!
Neide Silva, São Paulo 16/01/2017 - 21:456299
A qualidade desse texto me convenceu de que fiz a escolha certa, por duas razões: objetividade e estética.
Você abordou um assunto polêmico, que atrai opiniões divergentes, com maestria e arte, demonstrando com clareza as características de cada conceito: arte e entretenimento.
Josemar Luiz Barone, Rio Bananal/ES 26/12/2016 - 20:366292
Parabéns pelo texto, muito bem elaborado!
A mensagem foi passada sem sombra de dúvida..
FERNANDA, SUMARÉ 04/12/2016 - 21:036284
Olá professor. Foi uma honra conhece-lo pessoalmente.Quero agradecer pela oportunidade que nos deu hoje em nossa escola.Posso falar por mim,foi uma oportunidade impar.Já tinha uma opinião sobre leitura,mas depois da sua palestra realmente pude definir que um livro fechado é apenas uma mera coleção de folhas de papel com letras e palavras juntas em um único lugar,mas aberto e lido,é um instrumento de transformação realmente.Podemos até sermos oque comemos,bebemos,mas se a leitura não fizer parte dessa alimentação,seremos como o livro na prateleira, meros ocupantes de um espaço nobre nesse imenso mundo.Muito obrigado mesmo. Um grande abraço.
Luiz Henrique Moreira, Porto Alegre- RS. 22/11/2016 - 22:506268
Cultura é criada a partir das necessidades Biológicas de um grupo social, tais necessidades são convertidas em práticas consensualizadas no inconsciente coletivo; arte é a representação criativa e manifesta dessa cultural, se não for atemporal e nem universal, pode ser simplesmente entretenimento. Porém, isso não significa que qualquer tipo de arte, não possa entreter e pendurar, o que não acontece com o entretenimento, ele é efêmero.
É o que compreendi...
Manoel Messias Serafim dos Santos, Redenção - PA 15/11/2016 - 23:556264
Cultura é criada a partir das necessidades Biológicas de um grupo social, tais necessidades são convertida em práticas consensualizadas no inconsciente coletivo; arte é a representação criativa e manifesta dessa cultural, se não for atemporal e nem universal, pode ser simplesmente entretenimento. Porém, isso não significa que uma tipo de arte qualquer não possa entreter e pendurar, o que não acontece com o entretenimento, ele é efêmero.
É o que compreendi...
Manoel Messias Serafim dos Santos, Redenção - PA 15/11/2016 - 23:516263
Muito bom o conto que está mais para crônica.
osvandir.blogspot.com.br
Manoel Amaral, Divinópolis-MG 11/11/2016 - 09:506259
MAIS QUE PRECONCEITO LINGUÍSTICO
Muito bom e informativo este seu artigo, Professor Marcelo. Tive a oportunidade de ler alguns dos livros citados, mas têm outros que ainda gostaria de ler... Cada livro que lemos amplia nosso imaginário e nos desperta para novas maneiras de ver o mundo e viver nossas vidas.
Com seu jeito único de olhar, perceber e sentir, o escritor vai tecendo novas representações da realidade. Alguns autores, que escrevem com maestria e criatividade, nos impressionam e, por vezes, nos chocam. Seja pelo realismo, seja pela capacidade de ver o que os outros não veem, ou veem e não prestam atenção, seja por inventarem e acrescentarem novos tons, alguns vibrantes, outros melancólicos, dissonantes e até desalentadores, que são cinzelados em suas próprias mentes.
Inúmeras vezes, nos meus anos de muitas viagens pelo mundo, me perguntei de onde vinha o mito da mulata gostosa e fogosa que algumas entidades brasileiras ligadas ao turismo gostavam de propagar no exterior. Nas décadas de 70 e 80 o Brasil era muito bem cotado, lá fora, por seu café, seu futebol, seu samba e suas mulatas. Até presenciei brigas de casais europeus e norte-americanos, que interrompiam suas férias no Rio de Janeiro ou no nordeste brasileiro, para não interromperem seus casamentos. Nas apresentações artísticas das afamadas dançarinas, que começavam nos aeroportos e prosseguiam pelos hotéis quatro ou cinco estrelas e casas de show, os maridos ficavam enlouquecidos e as esposas caiam em depressão. Mulheres de educação apurada, de gosto sofisticado e atitudes ponderadas, perdiam o chão.
Com a leitura de O Cortiço, de Aluízio Azevedo (1890), compreendi o poder mágico das palavras: elas criam modelos fictícios que depois ganham materialidade e ocupam lugar de destaque no imaginário das pessoas. Entendi a razão daquela febre que se tornou nacional, para delírio dos homens e martírio das mulheres. Acho que vale lembrar um trecho que descreve a dança de Rita Baiana (que depois ganhou corpo no papel interpretado pela atriz Betty Faria, no filme dirigido por Francisco Ramalho Jr.):
Ela saltou em meio da roda, com os braços na cintura, rebolando as ilhargas e bamboleando a cabeça, ora para a esquerda, ora para a direita, como numa sofreguidão de gozo carnal num requebrado luxurioso que a punha ofegante; já correndo de barriga empinada; já recuando de braços estendidos, a tremer toda, como se se fosse afundando num prazer grosso que nem azeite, em que se não toma pé e nunca se encontra no fundo. Depois como se voltasse à vida, soltava um gemido prolongado, estalando os dedos no ar e vergando as pernas, descendo, subindo, sem nunca parar com os quadris, e em seguida sapateava, miúdo e cerrado freneticamente, erguendo e abaixando os braços, que dobrava, ora um, ora outro, sobre a nuca, enquanto a carne lhe fervia toda, fibra por fibra, tilintando.

Dando um salto no tempo e mudando a direção do pensamento, chegamos até Dalton Trevisan (O Vampiro de Curitiba) e Rubem Fonseca (Feliz Ano Novo), contistas da segunda metade do século XX que ferem minha sensibilidade e provocam em mim uma grande indignação. No meu entendimento, o realismo sádico de suas obras tem como finalidade provocar o espanto e o mal estar nos leitores. Eles criam personagens abomináveis e cenários sórdidos, depois contam suas histórias abjetas ou deprimentes e partem para outras “proezas literárias”. O leitor, indignado ou enojado, que se dane.
Autores dessa natureza foram aclamados pela crítica e tornaram-se figuras de estudo obrigatório nos meios acadêmicos porque, entre outras razões, feriam o código de expectativas da inteligência brasileira, libertavam a literatura de uma série de tabus, ou de uma falsa consciência crítica, que esperava dos artistas e de suas obras uma posição mais elitista...
As consequências dessas novas modas literárias é o que vemos proliferar na nossa literatura, no nosso imaginário e na nossa realidade, nas últimas décadas. Uma inversão de valores. As novelas e os filmes, na sua maioria, mostram dramas urbanos onde a violência impera e os anti-heróis dominam. Roubar, estuprar e matar são ações corriqueiras no dia a dia dos grupos criminosos que agora são chefiados por pessoas bem sucedidas e aclamadas. Pessoas que têm acesso livre nas rodas sociais e políticas, porque têm muito dinheiro, vivem em mansões, andam em carrões, passeiam em iates, e se comportam como se comportavam as elites que elas tanto combatiam e invejavam.
Excetuando as obras e os autores, que felizmente também existem e realizam bons trabalhos em prol de uma sociedade mais culta e verdadeiramente democrática, e seguindo a minha linha de raciocínio que contesta os valores difundidos (não a maestria da técnica literária) por autores como Trevisan e Fonseca, consagrados por uma elite cultural e ideológica, pergunto:
Onde estão as personagens representativas das camadas mais pobres da sociedade, que agregam valores e significados em suas existências, que superam obstáculos e conseguem conquistar um lugar ao sol por seus próprios méritos?
O que vemos, nas periferias que se multiplicam em todas as cidades brasileiras, é uma realidade triste e desalentadora. É o retrato do abandono, da miséria, da luta ingrata pela sobrevivência. Ou a subserviência temporária no mundo do crime, que leva ao vício, à morte prematura ou aos presídios abarrotados, onde os jovens (que deveriam estar se formando, construindo uma identidade social e se preparando para uma profissão que os levaria à realização pessoal) sofrem as piores torturas, físicas e emocionais. Torturas que só uma sociedade desumana, atrasada, cega e incompetente, permite que aconteçam.
É proibido proibir repetem muitos jovens universitários de hoje, ao lado de seus professores já não tão jovens, que cresceram exigindo liberdade sem a sua contrapartida que é a responsabilidade. Os jovens repetem o que lhes foi transmitido e se sentem heróis de uma história sem começo nem fim. Acostumados a receber quase tudo de graça, eles não sabem que a vida em sociedade é uma construção que exige esforços permanentes, trabalho árduo, tijolo sobre tijolo, dia após dia. Aliás, para eles e muitos de seus professores, a palavra “construção” não tem sentido, não tem peso nem valor. O que vale, nos dias de hoje, é a “desconstrução”. Que futuro eles terão pela frente?

De volta ao seu artigo, Professor Marcelo: Não li a coletânea Os pobres, organizada por Roberto Schwarz em 1983, mas acompanhei sua explanação sobre o romance, Cidade de Deus, de Paulo Lins, publicado em 1997, que depois virou filme homônimo, dirigido por Fernando Meirelles, e fez muito sucesso. Também acompanhei, neste importante trabalho, suas considerações e análises teóricas sobre a forma da representação linguística do discurso dos marginalizados da favela e a representação do discurso do narrador no romance Cidade de Deus.
Como leitora e pretensa escritora, sem curso de mestrado nem doutorado e, portanto, desprovida das ferramentas intelectuais necessárias para tecer pertinentes comentários, segui na leitura até a sua conclusão. E aqui, atrevo-me a emitir meu pensamento, em dois sentidos:
1- Concordo quando diz que: acrescentar às enormes diferenças entre os moradores da Cidade de Deus e os leitores de um romance um fosso linguístico artificialmente criado é, pelo menos, um prejuízo estético para a obra, se não um problema ético. A reprodução dos erros sintáticos ou linguísticos na fala das personagens apenas acentua o preconceito social e nada acrescenta na compreensão intrínseca de suas subjetividades.
2- Discordo quando embasa sua tese na teoria de BAGNO, onde ele sustenta que o domínio da norma culta em nada adiantaria na vida de uma pessoa se ela não tiver: reconhecimento de seus direitos como cidadão; acesso às tecnologias modernas, aos avanços da medicina, aos empregos bem remunerados, à participação ativa e consciente nas decisões políticas que afetam sua vida, aos programas governamentais e à justiça social.
Neste aspecto, em princípio, podemos recorrer ao significado essencial da palavra teoria: conhecimento não prático, ideal, que se desenvolve por suposição. E, muitas vezes, sinônimo de utopia, ilusão.
Considero que esse é o cerne da questão que estamos sofrendo no mundo das ideias, que está engessando nossa literatura, dividindo nossa sociedade e incentivando uma luta de classes equivocada que reduz a chance de transformação e desenvolvimento humano, cultural e social, sustentável.
Quando um intelectual (que teve a oportunidade de estudar e obter seus prestigiados títulos acadêmicos) afirma que o domínio da norma culta em nada vai adiantar na vida de uma pessoa pobre, que mora em favela, se todas as condições acima citadas não estiverem ao seu alcance, o que ele realmente quer dizer?
Ele diz, simplesmente, que as pessoas pobres, que moram em favelas, estão fadadas a serem pobres e a morar nas favelas para todo o sempre. Ele nega a possibilidade de uma pessoa pobre e que mora em favela, se instruir e adquirir o domínio da norma culta. Nega também a possibilidade de uma pessoa ir melhorando de vida na medida em que for se instruindo e se tornando culta.
Na nossa realidade, o caminho da instrução e do desenvolvimento cultural é mais difícil para os mais pobres, mas não é impossível. E, historicamente, nunca se teve tanto acesso e incentivo ao estudo como atualmente temos. É o incentivo e o esforço individual que fazem a diferença na vida de uma pessoa.
Uma pessoa que estuda tem mais condições de conseguir trabalho, de melhorar de vida. Quanto mais estudo adquire, mais chances têm de melhorar seu nível de vida. Melhorando de vida, ela pode deixar de morar na favela, ou pode ajudar a transformar a vida na favela. E já temos muitos exemplos nesse sentido.
Uma pessoa que se esforça e estuda, mesmo que encontre muita dificuldade, vai, ela mesma reconhecendo seu próprio valor na sociedade. Vai adquirindo consciência cidadã, o que implica não apenas em ter direitos, mas ter direitos e deveres. Uma sociedade não se constrói com o trabalho de poucos. Uma sociedade se constrói com o trabalho de todos.
Infelizmente, a imensa maioria da população brasileira, que mora ou não em favela, não tem acesso às tecnologias modernas. Isto porque as tecnologias modernas são custosas e na medida em que vão se tornando acessíveis, outras mais modernas estarão sendo desenvolvidas. É um processo que não tem fim. Não existe milagre ou possibilidade de inverter esse processo.
Quanto aos avanços da medicina, podemos dizer a mesma coisa. É um processo que não tem fim. Os altos custos fazem com que poucos consigam usufruir desses avanços logo que eles se tornam disponíveis. Na medida em que a sociedade vai se desenvolvendo, na medida em que a maioria das pessoas adultas se torna produtiva, os avanços da medicina vão se tornando acessíveis a um maior número de pessoas.
As pessoas educadas e instruídas têm mais chance de terem empregos mais bem remunerados, têm mais chances de participarem ativa e conscientemente nas decisões políticas que afetam suas vidas. Têm mais condições de elegerem melhores representantes políticos. E dependem cada vez menos dos programas governamentais, pois se tornam pessoas mais autônomas, capazes de gerir suas próprias vidas. São pessoas que lutam pela justiça social, não esperam que ela aconteça como num passe de mágica.

Para finalizar este longo comentário, que vai muito além do preconceito linguístico, defendo que só tem um caminho para a erradicação da pobreza e das favelas: o caminho que leva a EDUCAÇÃO! A educação só será uma realidade quando acabar essa utopia de se achar que o “governo” vai resolver os problemas de todo mundo, que vai dar tudo de graça a todos os que não trabalham e nada produzem. O governo não é uma máquina de produção de bens, nem de produção de dinheiro. Quem produz esses bens, quem produz a riqueza, é o trabalho de cada cidadão.
EDUCAÇÃO é a palavra chave! EDUCAÇÃO para todos: adultos, jovens e crianças. EDUCAÇÃO não significa apenas saber ler e escrever. EDUCAÇÃO, acima de tudo, é saber pensar, é conhecer e aplicar os valores fundamentais que dão sentido à vida.
Para que um país tenha uma boa EDUCAÇÃO, ele precisa de EDUCADORES preparados e responsáveis. EDUCADORES conscientes do papel que representam na sociedade. EDUCADORES respeitados, valorizados e bem pagos. A EDUCAÇÃO faz a diferença, mostra o caminho, nutre a esperança e constrói uma sociedade melhor e mais justa.
Rosa Maria, Bragança Paulista - SP 15/10/2016 - 18:326244
Acredito que uma forma de tornar o narrador mais próximo e ainda assim manter uma divisão da forma de falar seria montar uma historia dentro de outra. Assim o narrador poderia falar do seu modo, mantendo as personagens com suas características de fala, reduzindo-se assim o preconceito linguístico.
Paula Monique Carvalho da Silva, Boa Vista/RR 15/10/2016 - 12:316243
Marcelo, sua leitura crítica me ajudou muito. Fiquei surpresa e contente com seu olhar apurado e atento, que vê bem mais que o meu. Eu achava que escrevia bem, daí a surpresa ao receber suas correções e observações. Fiquei contente por perceber que posso melhorar. Os meus textos são, sim, como filhos que estão em fase de crescimento e precisam de atenção e cuidados. Quero vê-los bem crescidos, bem arrumados e bonitos! Por isso estou participando de sua Oficina de Escrita Literária. Muito grata.
Rosa Maria, Bragança Paulista/SP 11/10/2016 - 18:046238
Estou participando da Oficina de Escrita Literária e apenas hoje li esse texto do Prof. Marcelo. Gostei de seu posicionamento e também de muitos comentários que o seguiram.
Primeiramente dou razão ao professor Claudio Moreno, citado por Marcelo, quando defende o ensino do português chamado padrão e reafirma que o papel da escola é ensinar o futuro cidadão a se utilizar da língua culta. Também concordo com o professor Pedro Garcez quando diz que não é uma questão de certo e errado, mas de adequação.
Para uma reflexão, deixo aqui o meu depoimento:
Vivi parte da minha infância num vilarejo do interior catarinense. Lá, eu e meus muitos irmãos andávamos de pés descalços (por falta de sapatos) e as pessoas ao nosso redor falavam “tudo errado”. Até meu pai cometia “pecados linguísticos”, pois não teve a oportunidade de terminar o curso primário. Felizmente, minha mãe tinha mais estudo e, além de falar bem, sabia escrever bem.
Minha alfabetização se iniciou aos sete anos, no salão da pequena igreja local, com professoras voluntárias, mães de família. As turmas eram mistas e por idade. Na parte da manhã estudavam os mais velhos e na parte da tarde os mais novos. Éramos tão pobres que escrevíamos em folhas soltas e não tínhamos sequer lápis de cor.
Aos oito anos, fui morar com meus avós maternos, numa cidade do interior do RS. Já estávamos em outubro e eu cursava o segundo ano. Pela primeira vez estudava num Grupo Escolar, onde tudo era bem organizado. “Preconceito” era palavra que não se usava naquela época. Fiquei na turma da tarde, composta pelos alunos mais fracos. Os alunos mais adiantados, e entre eles os filhos dos professores, estudavam nas turmas da manhã. Para mim foi um choque cultural, longe dos pais e irmãos, longe do meu mundinho conhecido. Era tímida e achava que não ia passar de ano, então rezava para o meu anjinho da guarda me ajudar. E ele me ajudou: tirei o 2º lugar nas provas de fim de ano e assim, no ano seguinte, iniciei o terceiro ano na turma da manhã. As professoras eram ótimas e davam o melhor de si.
Aos 13 anos, comecei a estudar à noite, no meio de adultos e jovens da minha idade que já trabalhavam durante o dia. Gostava de estudar, gostava de ler. Era eu que, com meu trabalho, pagava meus sapatos, minha roupa e meus cadernos, e a mensalidade da escola. O governo não nos dava nada (década de 1960). Os professores eram ótimos. O diretor foi meu professor de Ciências, o melhor professor do mundo: era exemplar em suas atitudes e nos ensinava a ter disciplina e respeito. O professor de português também foi notável. Era uma pessoa extremamente educada, nos ensinou a ler livros, começando pela capa: o título, o nome do autor, as informações da 2ª página...
Aprendi a escrever bem, usando um pequeno e velho dicionário. Eu mesma não admitia escrever qualquer palavra de forma errada. Continuei estudando à noite, depois fiz vestibular. Não consegui vaga em universidade pública. Meu primeiro curso foi em Faculdade particular, paga com meu salário. O segundo também, e todos os outros cursos que fiz, inclusive idiomas estrangeiros.
Hoje, me pergunto por que o ensino público em meu país regrediu tanto. O governo paga mal aos professores e gasta uma fortuna com material escolar. Os alunos recebem tudo de graça e não respeitam sequer os professores. Muitos deles chegam semianalfabetos nas universidades.
A “Pátria Educadora” é uma piada de mau gosto: embutida neste falso discurso está a disseminação de sua ideologia equivocada e ultrapassada.
(Neste momento, de pós Impeachment, o clima nacional é ainda mais incerto, pois os próprios professores estão divididos e já não sabem qual é o seu lugar na sociedade.)
Rosa Maria, POA 11/10/2016 - 13:206235
Olá professor Marcelo, as turmas do 6º ano da Escola Eurico de Morais, de Santo Ângelo, leram o livro Vencer por linhas tortas. Os alunos gostaram muito do livro e estão trabalhando as atividades sugeridas, inclusive as fotografias com uso de filtros. Esperamos pela Feira do livro, em nossa cidade, para lhe conhecer pessoalmente.
Adriane Bajerski, Santo Ângelo 05/08/2016 - 10:466142

Este perfil já foi acessado 735 vezes.

.

Copyright © msmidia.com







Cursos em Porto Alegre

Cursos de Escrita

Cursos para escritores

Confira cursos e oficinas exclusivos feitos especialmente para escritores ou aspirantes a escritores.

Mais informações


Cursos de Escrita

Oficinas literárias

Oficinas de criação literária e escrita criativa em Porto Alegre.

Mais informações

 


Livros em destaque

O Guardião da
Chave Dourada

Airton Ortiz

Fundamentos à prática de revisão de textos

A Fantástica Jornada do Escritor no Brasil

 

compre nossos livros na