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Liderando equipes colaborativas e vencedoras

Rogério Anele
25/06/2018


Sempre gostei de utilizar os times de futebol para exemplos de gestão, principalmente para os conceitos de liderança.

Primeiro porque adoro futebol e mais do que assistir um jogo, procuro analisar todo o contexto que envolve os clubes. A maioria dos vencedores tem princípios bem estabelecidos de gestão de um modo geral, um equilíbrio entre finanças, relações de poder, relacionamentos inter e intra grupos, um técnico com grande capacidade de liderança, um respeito entre os atletas, além de outras coisas.

Trago a temática no sentido de mostrar que no futebol, a maioria dos atletas em campo ganham um salário maior do que seu chefe direto, o técnico. Imaginem trazerem isto para a gestão empresarial. Difícil não?

Pois vivemos mudanças significativas, onde o papel de cada um em uma equipe colaborativa não é o da hierarquia e sim a capacidade técnica individual. O chefe não é e não deve ser necessariamente o elemento principal, isto depende muito o projeto. Como em um time de futebol, cada um tem o seu papel, não importando qual é. O fato é que, via de regra, a equipe só chegará no sucesso com o somatório de todas estas funções. Igual a uma orquestra, para dar um outro exemplo. O piano, o violino, a flauta ou qualquer outro instrumento tem a mesma importância para o resultado final.

Este é um tema que me motiva por demais. Quem saber não faço um texto mais elucidativo sobre a matéria? Apesar de todos estes exemplos, o fato é que nossas lideranças ainda precisam brilhar a frente das suas equipes, o que é profundamente lamentável.

 

 

 

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